Ontem pela manhã, fomos conhecer a simpática Tykocin, um vilarejo no qual prosperou por centenas de anos uma alegre e pujante vida judaica. Na velha e colorida sinagoga, dançamos e trouxemos de volta a alegria a estas paredes que, por setenta anos acostumaram-se com o silêncio quase ininterrupto. Celebramos a vida, marchamos pela vida.
De lá, seguimos para a floresta de Lupochowa, bem próxima ao vilarejo. No interior do bosque, entre as altas e magras árvores escondem-se valas - o túmulo de toda uma comunidade, assassinada cruelmente em um só dia. Fizemos uma cerimônia. Essas pessoas, como milhões de outras assassinadas na Shoá, não tiveram direito a uma lápide. Nossa memória é sua lápide.
Daniel, tu te superas a cada ano que passa! Tradition!
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