Pela manhã, fomos ao Beit Hatfutzot, o museu da diáspora, que preserva a história e os costumes dos dois mil anos em que os judeus estiveram longe de sua terra. As diferentes alas do museu narram como um povo atravessou o tempo, disperso pelo mundo, utilizando apenas um livro como seu guia.
É possível perceber no museu a rica diversidade do povo judeu. Espalhados por quase todos os países, os judeus construíram suas comunidade e sinagogas em diferentes estilos, desenvolveram diferentes idiomas e costumes. Não há uma única língua, roupa típica ou traços físicos que caracterizem um judeu - há judeus de todos os tipos: morenos, loiros e ruivos; brancos e escuros; altos e baixos.
Entramos no museu passando por uma réplica do Arco de Tito,o símbolo da destruição do Templo de Jerusalém e, por conseguinte, do início da diáspora. Seguimos por cinco setores, que representam diferentes aspectos da vida na diáspora. Uma das alas mais interessantes do museu é a que reproduz sinagogas do mundo inteiro, mais uma vez, dando conta da incrível riqueza cultural e diversidade que as diferentes comunidades na diáspora desenvolveram - há sinagogas de todos os tipos e estilos.
Arco de Tito
Diversidade - Há Judeus de todos os tipos
Sinagoga de Varsóvia
Sinagoga na China
Sinagoga de Amsterdã
Saímos do museu e fomos visitar um dos principais marcos políticos de Tel Aviv, a praça Rabin (Kikar Rabin), lugar onde foi assassinado o primeiro ministro Itzchak Rabin em 1995 - uma tragédia terrível e inédita em Israel.
Kikar Rabin
Fomos então ao Shuk Hacarmel, onde tivemos mais uma vez a oportunidade de fazer compras e envolver-nos na rotina da vida israelense, caminhando pelas mais movimentadas e tradicionais ruas do centro de Tel Aviv. Assim como no Shuk Machané Yehuda, o visual é multicolorido e há sabores para todos os gostos. Pra quem busca o "chocolate da vaquinha", esse é o lugar!
Shuk Hacarmel
Shuk Hacarmel
Fomos então para a antiga, bela e bíblica cidade de Yafo, parte da municipalidade de Tel Aviv, uma cidade que transpira cultura e arte. Lá, ouvimos algumas das histórias da cidade e passeamos por seus jardins, ruas e mercados de antiguidades, apreciando, claro, a bela vista que a cidade oferece.
Yafo
Yafo
Yafo
Voltamos então a Tel Aviv para visitar o Heichal Haatzmaut, o lugar onde nasceu o Estado de Israel. Fizemos isso num dia muito especial, apenas um dia após o Dia da Independência, aniversário da data mais importante desta humilde casa de Tel Aviv. A casa pertencera a Meir Dizengoff, primeiro prefeito de Tel Aviv e fora doada à cidade para tornar-se um museu de arte. Em 1948, com Jerusalém sitiada, a casa foi escolhida como um lugar seguro para que o governo provisório, liderado por David Ben Gurion, declarasse a criação do Estado Judeu.
Sala da Independência
Retornamos então ao hotel, a tempo de curtir um belíssimo por do sol sobre o Mediterrâneo. Jantamos e nos reunimos para uma atividade de encerramento muito especial.
Por do Sol
Atividade de Encerramento
É isso aí. Daqui a pouco estamos de volta.
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